sábado, 5 de fevereiro de 2011

Empresas do governo precisam de um choque de gestão motivacional. De privatização não!

Já é quase praxe no país, alegar que o estado não dá conta de gerir os próprios negócios, por falta de recursos ou  incompetência, portanto, incentivam com todo o vigor à privatizá-los. Obviamente os lucrativos.
     Independente desses interesses, o que o país precisa é de um choque de gestão nestas empresas, principalmente o motivacional. Criando mecanismos de administração que deem ao funcionalismo público o seu devido valor. Em pouco tempo as empresas lucrativas deste país nas mãos do estado, operarão em pleno vapor. Como o Banco do Brasil, Correios, Caixa Econômica Federal e outras estatais. Apesar das três com os nomes citados, já apresentarem indícios de privatização em alguns de seus setores. Porém, com suas boas administrações jamais associadas à influência do setor privado.
     Caso a iniciativa privada queira entrar em algum setor aonde o estado atua, tudo bem, é o jogo da livre concorrência, mas invistam desde o início nestes empreendimentos. Como os concorrentes do Banco do Brasil, Correios e Caixa Econômica Federal?
     O que precisa acabar é com a seguinte prática, se algum negócio lucrativo do estado não está funcionando à contento, imediatamente privatizá-lo. Sendo que, o que temos que fazer é torná-lo eficiente e competitivo, bastando, um choque de gestão motivacional nos funcionários públicos e caso preciso, um pouco de investimento financeiro. Como qualquer negócio da iniciativa privada as vezes precisa.
     Temos que acabar com o que esta quase se tornando um vício de alguns, usar meia dúzia ou mais de funcionários públicos como boi de piranha. Para esconderem erros de gestão, quase sempre, política.  Algumas das vezes, aparentando segundas intenções.
 
     Se o leitor não sabe de onde vem o chavão boi de piranha; era o boi jogado às piranhas para passar o gado em segurança pelo rio, aonde não se tinha pontes. 
 
Por: José Fonte de Santa Ana.